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Carreira

 

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Comecei a trabalhar no BNP Paribas em 2006, como estagiário na área de Renda Fixa. Lá pude aprender muito nas diversas frentes da mesa de operações nas quais atuei.

Em 2008, já como funcionário efetivado do BNP Paribas, ingressei no time de Latam Credit Trading, onde me especializei no mercado secundário de dívida corporativa e soberana no Brasil e na América Latina. Era, até então, uma área relativamente nova na mesa do banco, mas que estava crescendo bastante graças a um time excepcional com quem tive a oportunidade de aprender muito.

Nos anos seguintes, a equipe de Latam Credit Trading continuou a se expandir com novas contratações, inclusive nos Estados Unidos, que tem um mercado muito forte para o tipo de produto oferecido pela área.

Em 2014 aceitei o convite para me juntar ao time de crédito em Nova York. Foi uma decisão difícil, pois envolveu questões pessoais além do trabalho, mas estava certo de que seria um passo muito importante na minha carreira. O BNP Paribas foi impecável ao prestar o apoio que precisei e promover essa transição para mim e minha família da forma mais eficiente possível.

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O banco tem sido uma verdadeira escola para mim. Começando por São Paulo (SP), tanto pelo trabalho que realizei todos esses anos quanto pelo convívio com pessoas incríveis e profissionais excelentes – verdadeiros craques. E também nos últimos três anos e meio, desempenhando minha função em Nova York, num ambiente também muito amigável e com pessoas muito inteligentes.

A gente nunca se acomoda no BNP Paribas. Desde o início me foram propostos diferentes desafios e aceitei todos. Trabalhar em Nova York foi o maior deles até agora.

Neste mês de junho comemoro 10 anos no BNP Paribas. Fico muito feliz com todas as coisas boas que a expatriação está me proporcionando.

 

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Quando voltei a trabalhar no BNP Paribas em 2016, na área de Forward Trading, já tinha definida a expatriação para a cidade de Nova York, nos EUA. Antes de deixar o País, trabalhei temporariamente no Brasil, já na posição de Equity Derivatives Trader, durante o processo de obtenção do visto e da preparação da mudança.

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Toda a estrutura necessária para a minha mudança à Big Apple foi oferecida pelo BNP Paribas. Isto incluiu assessoria em diversos assuntos relacionados à imigração, tais como documentação local, moradia, saúde e questões tributárias, até a recolocação profissional da minha esposa.

Desde outubro de 2015 vivo e trabalho em Nova York. Inicialmente são muitas as incertezas em relação à mudança. Toda informação e apoio são muito importantes para que a vida recomece no novo país o mais rapidamente possível. O suporte oferecido pelo banco para mim e minha esposa foi fundamental para a melhor adaptação.

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Esse processo não poderia ter sido melhor. Além de toda a ajuda que recebemos para nos estabelecermos, Nova York é uma cidade incrível para se morar, com muitas facilidades e opções. E a experiência de trabalhar em outro país está sendo fantástica. Um vasto aprendizado e, particularmente, uma grande oportunidade de expansão de visões e ideias, tanto profissional como pessoalmente.

Tudo isto, sem dúvidas, trouxe um importante diferencial para a minha carreira. O contato com novas culturas de trabalho e a diversidade étnica e cultural têm contribuído muito para o crescimento da minha vida profissional.

 

 

 

Minha ideia de carreira era simples: queria sair de um banco grande com posições bem definidas para uma plataforma com ambições de forte crescimento, onde o talento individual pudesse fazer diferença. Ingressei no BNP Paribas em 2001 para liderar o time de Debt Capital Markets para os mercados local e internacional. O time era composto apenas por mim e mais uma pessoa. Minha decisão de começar esse trabalho foi baseada em um projeto de crescimento orgânico do banco para os anos seguintes. Plano este que também resultou em uma nova diretoria e num forte compromisso com Paris. 

Em 2004, o BNP Paribas me ofereceu a oportunidade de liderar a mesa de clientes para Renda Fixa no Brasil. A equipe contava com quatro pessoas à época. Foi nesse período que começamos a desenvolver o País como o centro das operações na América Latina. Com suporte de Londres e Nova York, começamos a centralizar o risco e o gerenciamento das posições do banco na região. Até então, havia um time enxuto em Buenos Aires e outro em Nova York, este dedicado a cobrir os países onde não tínhamos presença local.

Depois de um período de restruturação na América Latina e com o constante crescimento da plataforma no Brasil, começamos a promover as nossas capacidades na região para outros centros do BNP Paribas no mundo. Foi nesta época que tive a oportunidade de conhecer o banco mundialmente, por meio de roadshows em vários países da Europa, Ásia e América do Norte. A essa altura eu já estava na posição de Head de vendas de Renda Fixa para o mercado latino-americano.

 

 

Com a criação da área de Global Markets, quando passamos a consolidar também derivados em commodities e ações no mesmo grupo, fui nomeado para liderar esse time na região, passando a atuar como  Head de vendas para Global Markets na América Latina.  Minha exposição junto à área foi aumentando, sempre com o suporte da gerência. A partir desse momento, passei a participar de comitês executivos para Global Markets.  Foi nessa mesma época que promovemos várias oportunidades de mobilidade ao time da área.

Em 2015, o banco decidiu reestruturar a área de cobertura para clientes corporativos nos Estados Unidos e Canadá para produtos de câmbio (Foreign Exchange).  Ofereceram-me, então, a chance de chefiar essa área em Nova York com o objetivo de aumentar a integração com clientes da América Latina, ainda como responsável pelas vendas de Global Markets nessa região. Em 2016 o BNP consolidou as áreas de commodities e FXLM (Foreign Exchange & Local Markets), estendendo minha atuação também para clientes norte-americanos e canadenses.

O BNP Paribas é uma excelente plataforma para uma carreira internacional. Sua presença global em diferentes segmentos do mercado financeiro, como banco de investimento ou de varejo, passando por administração de recursos e seguros, oferece uma oportunidade única. Para os que almejam o desenvolvimento profissional no exterior, é muito importante buscar essa oportunidade e sair da zona de conforto. Trabalhar em outro país exige um esforço muito maior não apenas profissionalmente, mas também na vida pessoal e familiar. No final, o reconhecimento ao ver a minha carreira tomar uma nova direção é uma experiência marcante.

 

 

 

A expatriação já fazia parte do meu plano de carreira há algum tempo. No passado, trabalhei em Paris, Nova York e Hong Kong. Mas novamente decidi analisar oportunidades pelo mundo e, então, estabeleci como alvo dois locais: Tóquio e Londres. Comecei a usar a rede de contatos que construí ao longo de seis anos de trajetória no BNP Paribas no Brasil para procurar oportunidades nessas cidades. Com um pouco de sorte, o momento coincidiu com a criação de uma nova equipe em Londres, onde o banco tem a sua maior presença em Global Markets. Felizmente meu perfil se adequou à necessidade do time – e aqui estou na capital britânica.

Uma das facilidades de Londres é que qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, se sente à vontade como se fosse um cidadão local com apenas alguns dias na cidade. Claro, bastando apenas se acostumar com a mão invertida nas ruas! Londres é um local cosmopolita e considerado a capital do mundo. Um estrangeiro aqui se sente rapidamente situado.

O idioma também não foi um problema. Como em qualquer mercado de capitais, Londres também tem a sua própria regulação e tive que passar por todos os exames para ser aprovado. O BNP Paribas forneceu toda a estrutura necessária para que eu já estivesse trabalhando na cidade apenas duas semanas após a minha chegada.

O auxílio do banco foi importante para que a transferência acontecesse da forma mais tranquila possível. Como em qualquer mudança internacional, os processos são complexos. O suporte foi fundamental para que tudo corresse bem.

Trabalhar em Londres, dentro de um dos maiores bancos de investimento do mundo, é como estar no centro nervoso da instituição. Toda a equipe que lidera a área de Global Markets está aqui. A capital britânica é, portanto, a origem de decisões e muitas iniciativas adotadas pelo banco no mundo todo.

Ao mesmo tempo, a cultura francesa fortemente presente no BNP Paribas faz com que, a cada vez que entro no banco, eu tenha a impressão de estar saindo de Londres e entrando em Paris. Minha admiração e carinho pela França torna essa experiência ainda melhor.

Com certeza essa mudança será fundamental para a minha carreira no BNP Paribas. A exposição trouxe junto um alto nível de responsabilidade. As proporções mudaram drasticamente. Enquanto no Brasil eu estava num perímetro local, em Londres não temos fronteiras. A complexidade dos temas passou a tomar uma dimensão muito maior que, se bem aproveitada, só tem a contribuir com o constante aprendizado.

 

 

 

 

 

 

Depois de ter entrado para o BNP Brasil em 1999, pouco antes da fusão com o Paribas, tive a sorte de liderar o ALM Treasury na América Latina e contribuir com o excelente e constante desenvolvimento da franquia do BNP Paribas no Brasil. Foi uma experiência muito rica e gratificante em grande parte devido à forma como as equipes trabalham em conjunto, com um alto nível de integração levando a um modelo de negócio bastante sinérgico. Por exemplo, construída sobre a confiança e equipes de alto desempenho, a parceria entre ALMT e GM talvez seja a mais eficiente em todas as regiões. Outro exemplo vem da gestão simbiótica da liquidez no Brasil, na qual a ALMT gerencia a boa penetração do BNP Paribas no mercado de financiamento por atacado e tem delegação completa do CDL para dirigir a coleta de depósitos corporativos. Complementado pela base de crescimento do Wealth Management, o BNP Paribas Brasil criou uma base de financiamento diversificada e competitiva para apoiar o desenvolvimento sustentável de Personal Finance, ao mesmo tempo em que financia o crescimento de Corporate Banking e de GM.

Ser capaz de trabalhar em um país com um grande mercado emergente e um mercado financeiro sofisticado como o Brasil e ao mesmo tempo em um banco como o BNP Paribas Brasil que se tornou uma plataforma fantástica e respeitada com uma ampla gama de linhas de negócios, foi a perfeita junção de fatores que me permitiram crescer muito em minha carreira. Comecei como trader de swap e bond e em seguida, me tornei Head da ALMT no Brasil, justamente quando a ALMT foi criada no Grupo. Alguns anos depois, fui nomeado chefe da ALMT Latam, foi quando eu tive a satisfação de participar da criação de um banco do zero na Colômbia. Ao longo desses anos, tivemos a nossa parte justa de crise e, no entanto, conseguimos muito, os resultados eram sólidos e consistentes, apoiados por um sólido gerenciamento de riscos. Com o total apoio e empoderamento concedidos pela gestão do BNP Paribas Brasil e da sede da ALMT, eu estava comprometido com a entrega de um Banco no Brasil e na América Latina. Passei a entender as estruturas e os princípios regulatórios internos globais, para desenvolver a capacidade necessária para exercer corretamente os julgamentos necessários em nosso mundo complexo, conectar e rebater idéias com os interlocutores certos, integrar plausivelmente equipes multidisciplinares em todas as regiões. Mas acima de tudo eu estava gostando muito, o ambiente de trabalho colaborativo, a agilidade para fazer as coisas acontecerem, as conquistas. Nosso trabalho foi reconhecido e ALMT Brasil foi frequentemente considerado um exemplo a ser seguido em outros países, às vezes um ditador de tendência dentro da ALMT.

Em retrospectiva, acho que foi natural ter sido oferecido à minha posição atual como Head de ALMT na região Ásia-Pacífico, mas quando isso aconteceu foi um pouco chocante. Eu estava gerenciando três países com uma equipe pequena de 6 e por mais de 10 anos, conhecendo mais profudamente o Banco e os mercados. A nova posição era liderar 12 países e 55 pessoas em uma região estratégica para o Grupo. De uma certa forma, seria um recomeço, eu poderia respirar novos ares e também seria uma grande oportunidade de aprender e contribuir com minha experiência em mercados emergentes e em trabalhar em parceria com os métiers para apoiar seu posicionamento competitivo de forma sustentável. Depois de quase 3 anos na Ásia, estou muito feliz em trabalhar para o BNP Paribas, a empresa em que a mobilidade é real.