|
q1
RISCO OPERACIONAL – Relatório Semestral - JUN/2008
Este relatório tem por finalidade divulgar os aspectos considerados relevantes relativos a Riscos Operacionais no Banco BNP Paribas Brasil S/A.
CONCEITO
Consideramos Risco Operacional aquele que tenha conduzido ou possa conduzir à perdas, ganhos ou custos de oportunidade, em decorrência da falha ou inadequação de qualquer processo interno (envolvendo pessoas, sistemas e outros) ou de eventos externos e inesperados.
ESTRUTURA
Em linha com os princípios de Governança Corporativa e aos preceitos da Basiléia (Acordos I e II) o Banco BNP Paribas Brasil S/A conta com uma área dedicada, com políticas específicas, bem como possui processos, ferramentas e controles apropriados para a gestão dos Riscos Operacionais.
No decorrer do 1º semestre de 2008, adotamos diversas iniciativas para o fortalecimento da gestão dos riscos operacionais, com destaque para:
- Investimento na contratação de novos profissionais para a equipe de Riscos Operacionais & Controle Permanente
- Instituição do papel do correspondente de risco operacional em cada uma das áreas gestoras de processos, responsável direto pelo acolhimento e tratamento juntamente com a Área de Risco Operacional & Controle Permanente das questões envolvendo controles internos e riscos operacionais.
- Constituição do Comitê de Controles Internos,cuja responsabilidade é a de avaliar regularmente a gestão global de riscos operacionais aos quais está submetida a Instituição em razão da complexidade de suas atividades.
CULTURA
O BNP Paribas entende que a adequada gestão de Risco Operacional requer o comprometimento de todos os colaboradores e nesse sentido investe constantemente na disseminação da cultura em todos os níveis da Instituição, buscando incutir entre seus colaboradores uma consciência mais preventiva do que reativa, evitando a exposição da Instituição a esses mencionados riscos.
ALOCAÇÃO DE CAPITAL
O acordo da Basiléia II estabelece como medida para proteger a solvabilidade das instituições financeiras e as partes envolvidas em seus negócios, a necessidade das Instituições alocarem uma parcela de seu capital com vistas à fazer frente à eventuais prejuízos operacionais.
O Banco BNP Paribas Brasil S/A aloca capital para riscos operacionais segundo a metodologia de abordagem básica (BIA - Basic Indicator Approach).
Na reavaliação periódica do impacto da alocação de capital para risco operacional, realizada no decorrer do 1º semestre de 2008, confirmou-se que o método de cálculo básico continua sendo o mais apropriado em função do segmento de atuação da Sociedade.
É objetivo permanente do Banco BNP Paribas Brasil S/A. aprimorar continuamente a qualidade da gestão de riscos visando adotar futuramente a metodologia de abordagem avançada (AMA – Advanced Measure Approach), permitindo, com isso, alocar parcela menor de capital que a exigida pelo método básico atualmente adotado.
PLANO DE CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS
Uma outra medida prevista pela Basileia II, para reduzir os efeitos do risco operacional, é a constituição do PCN - Plano de Continuidade de Negócios, cujo propósito é garantir que existam medidas de contingência que evitem a interrupção dos negócios.
Para reduzir os efeitos do risco operacional, a Sociedade implementou o Plano de Continuidade de Negócios (PCN), o qual é fundamentado numa estrutura de processos contingenciais para assegurar a continuidade de seus negócios mesmo diante de situações graves e adversas. Dispõe, ainda a Sociedade de instalações externas para assegurar a rápida recuperação das atividades em situações que impeçam o acesso às suas instalações atuais.
<< Risco Operacional DEZ/07
|